16 de dez de 2012

Bom Natal

Queridos Irmãos


Quero compartilhar com todos vocês este vídeo maravilhoso, que nos traz uma REFLEXÃO sobre a data do Natal e todos os costumes desta época.

Devemos focar nossos corações em verdade bíblicas, em  AMOR e FÉ, e não em tendencias comerciais.


Reflitam com amor do Senhor Jesus!!  E comemore o Natal com a presença do Aniversariante,

"JESUS CRISTO"




                                        http://www.youtube.com/watch?v=F8YDK1KyuuE



Um maravilhoso Natal para todos !!

Com carinho





20 de out de 2012

Livro de MARCOS



 Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus;

 Como está escrito nos profetas: Eis que eu envio o meu anjo ante a tua face, o qual preparará o teu caminho diante de ti.

 Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, Endireitai as suas veredas. 

(Marcos 1:1-3)

Evangelho Segundo Marcos (em gregoκατὰ Μᾶρκον εὐαγγέλιον, τὸ εὐαγγέλιον κατὰ Μᾶρκον) é o segundo livro do Novo Testamento. Sendo o evangelho mais curto da Bíblia cristã, com apenas 16 capítulos, ele conta a historia de Jesus de Nazaré. É considerado pelos eruditos um dos três evangelhos sinópticos.

De acordo com a tradição, Marcos foi pensado para ser um epítome, o que representaria sua atual posição na Bíblia, como um resumo de Mateus e Lucas.

No entanto, a maioria dos estudiosos contemporâneos considera essa obra como a mais antiga dos evangelhos canônicos - uma posição conhecida como prioridade de Marcos - embora a obra contenha 31 versículos relativos a outros milagres não relatados nos outros evangelhos.

Provavelmente, o Evangelho de Marcos não leva o o nome do seu autor. A tradição do século 2 atribuiu a autoria deste evangelho a Marcos Evangelista (também conhecido como João Marcos), um companheiro de Pedro. Para os Pais da Igreja, a obra foi baseada nas memórias de Pedro. O evangelho foi escrito em grego koiné logo após a destruição do Segundo Templo de Jerusalémno ano 70 dC, possivelmente na Síria. No entanto, outros estudiosos afirmam que evidências, tanto externa quanto interna, apontam para a autoria de Marcos, antes do ano 70 dC. Por outro lado, o uso feito pelo autor de fontes variadas seria uma evidência contra a autoria tradicional. De acordo com a maioria, o autor é desconhecido.


O Evangelho de Marcos narra o ministério de Jesus, desde Seu batismo por João Batista até Sua Ascensão. A obra concentra-se particularmente na última semana de Sua vida (capítulos 11-16, a viagem até Jerusalém). Sua narrativa rápida retrata Jesus como um homem de ação heróica, umexorcista, um curandeiro e um milagreiro.

Um tema importante de Marcos é o Segredo Messiânico. Jesus pede silêncio sobre sua identidade messiânica aos endemoninhados que Ele cura, além de esconder sua mensagem com parábolas. Os discípulos também não conseguem entender as implicações dos milagres de Cristo.

Todos os quatro evangelhos canônicos são anônimos, mas a tradição cristã primitiva identifica autor deste evangelho como Marcos, o Evangelista, de quem se diz ter baseado este trabalho sobre o testemunho de Pedro. Alguns estudiosos modernos consideram essa tradição essencialmente credível, enquanto outros a põe em cheque. No entanto, mesmo os estudiosos que duvidam da autoria de Marcos reconhecem que muito do material deste Evangelho remonta um longo caminho, representando informações importantes sobre o Jesus histórico. Por isso, o Evangelho de Marcos é muitas vezes considerado a fonte primária de informações sobre o ministério de Jesus.




4 de set de 2012

Estudo do Novo Testamento 2012 - Livro de Mateus

A partir desta semana, segue o estudo dos Livros do Novo testamento, espero que edifique muito suas vidas!!


MATEUS - 1º livro do Novo Testamento da Bíblia



Evangelho Segundo Mateus comumente abreviado para Evangelho de Mateus, é um dos quatro evangelhos canônicos e é o primeiro livro do Novo Testamento. Este evangelho sinótico(junto com o Evangelho de São Marcos e o Evangelho de São Lucas) é um relato da vida, ministério, morte e ressurreição de Jesus de Nazaré. Ele detalha a história de sua genealogia até a Grande Comissão.
O Evangelho de Mateus está muito alinhado com o judaísmo do primeiro século, e tem sido associado aos evangelhos judaico-cristãos; ressalta como Jesus cumpriu as profecias judaicas. Alguns detalhes da vida de Jesus, de sua infância, em particular, estão relacionados somente em Mateus. Seu evangelho é o único a mencionar a Igreja ou ecclesia. Mateus também enfatiza a obediência e a preservação da lei bíblica. Uma vez que este evangelho tem prosa ritmada e muitas vezes poética , que ele é adequado para a leitura pública, tornando-se uma escolha popular litúrgica.
Alguns estudiosos acreditam que o Evangelho de Mateus foi composto na parte final do primeiro século por um judeu cristão, o período mais aceitável por evidências históricas é entre a queda de Jerusalém 70 D.C. e de Inácio de Antioquia escrever a Epístola aos Esmirniotas ao redor de 115 D.C., na qual Inácio cita a "parábola das Bodas" de Mt 22 assim como Mt 3:15. Escritos cristãos primitivos diziam que Mateus, o apóstolo, o escreveu em hebraico. Muitos estudiosos hoje acreditam que o Mateus canônico foi originalmente escrito em grego por uma testemunha cujo nome é desconhecido para nós e baseado em fontes como o Evangelho segundo Marcos , uma posição conhecida como "prioridade de Marcos". No entanto, hoje outros estudiosos, nomeadamente Craig Blomberg, discordam de diversas sobre estes pontos e acredita que Mateus escreveu o Evangelho.
O Evangelho de Mateus pode ser dividido em cinco seções distintas: o Sermão da Montanha (cap. 5-7), as Instruções para a missão aos doze apóstolos (cap 10), as três parábolas (cap. 13), instruções para a comunidade (18), o Sermão do Monte das Oliveiras(cap. 24-25).
É seguido pelo Evangelho de São Marcos, Evangelho de São Lucas e Evangelho de São João, nessa ordem. Para o uso litúrgico na Igreja Católica Romana, os evangelhos são apresentados desde o Concílio Vaticano II num livro chamado de evangeliário.





26 de ago de 2012

Reflexão


Reflexão: "O Pecado e as Regras"
(Texto: EAmaro - agosto/2012)


O pecado e as regras das religiões são formas básicas para 

compreendermos a “Lei de Causa e Efeito”, e vivermos bem

em sociedade. E também para que tomemos ciência de que se 

roubarmos, isso terá uma consequência... 

É por isso que existem os 10 mandamentos. 




Contudo, o pecado não é Deus e a Lei de Causa e Efeito também


não é. Pois Deus é Amor. Deus é perfeição. Ele manda chuva tanto

para os maus como para os bons e não distingue seus filhos 

como nós...



Mas, na humanidade, não são todos que são elevados como Cristo 


que disse que, o mais importante é “Amar a Deus sobre todas as 

coisas”... Pois amando verdadeiramente a Deus, naturalmente 

nunca iremos infringir qualquer mandamento... Assim ainda se 

perde tempo com essas coisas, ao invés de irmos direto ao ponto de 


Amar realmente e verdadeiramente....


O problema de muitas regras é que quanto mais numerosas, mais


contradições e questionamentos irão aparecer. E ao invés da

pessoa viver a Vida de Deus, ela acaba vivendo uma paranoia 

sobre o que é certo ou errado.



Há adeptos de algumas religiões que são doentes pela sensação de 


que terão a "salvação" simplesmente seguindo determinados ritos

diante seus companheiros de culto. Mas na vida cotidiana mesmo

suas ações são totalmente contraditórias. E vejo que sentem até 

prazer em pensar que só aquele grupo seleto de pessoas irá alcançar


o paraíso...



Isso pra mim não é a verdadeira fé. É vaidade... É dizer que meu 


“time” ou meu grupinho é melhor que o dos outros... 

Deus é infinitamente maior do que qualquer comparação. 

Ele é Único,  É Onipresente. E não é importante o nome que 

atribuam a Ele...




 
Cristo disse: O Reino de Deus está dentro de Vós.





Uma ótima semana com Deus, 

Fátima



12 de ago de 2012

Uma Semana de Benção na sua Vida!!


Que nessa semana o Espírito Santo do Senhor, possa lhe conceder muitas vitórias, comunhão com Deus e Amor ao próximo !!




Fiquem com Deus, 
Fátima

15 de jul de 2012

Vídeos de Mensagens

É com muita honra que publico aqui no Blog, os vídeos 
" Reformando para Melhor", com mensagens belíssimas e edificante para nossas vidas, do Pastor Bruno Barbosa, muito querido pela  minha  família, da Igreja Evangélica SOS Jesus - SP


Segue os vídeos ( Click nos links abaixo )


 " Perdoar é recriar o Futuro" 


" O Exemplo de Jesus " 


" Aprendendo o Antigo "


" A Família Imperfeita "


" Perder, não faz de você um fracassado"




Pastor Bruno, que Jesus continue abençoando este trabalho, concedendo a você mensagens de fé e amor!!

Igreja : Igreja Evangelica S.O.S Jesus  : http://www.sosjesus.com.br



Fiquem com Deus !!

Fátima Freguglia






3 de jun de 2012

BREVE - Estudo dos Livros do Novo Testamento

Após 400 anos de intervalo, o Novo testamento nos relata, através dos apóstolos do Senhor JESUS, a mensagem da CRUZ e a salvação para os Homens, postarei um estudo sobre cada Livro, para um conhecimento profundo da palavra.



27 Livros




Livro e Malaquias - Antigo Testamento





Livro de Malaquias é um livro profético que faz descrições que mostram a necessidade de reformas antes da vinda do Messias.[1][2] Por ser um livro curto e de acordo com a catalogação, Malaquias é o último dos profetas menores, tendo sido escrito por volta do ano430 a.C., sendo que o seu nome não é citado em mais nenhum livro da Bíblia.
O profeta Malaquias foi contemporâneo de Esdras e Neemias, no período após o exílio do povo judeu na Babilônia em que os muros de Jerusalém tinham sido já reconstruídos em 445 a.C., sendo necessário conduzir os israelitas da apatia religiosa aos princípios da lei mosaica.
Os temas tratados na obra seriam o amor de Deus, o pecado dos sacerdotes, o pecado do povo e a vinda do Senhor.
Nas últimas linhas deste livro do Antigo Testamento bíblico, vemos uma exortação de Deus às famílias: "converter o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos seus pais". No término do livro de Malaquias convida-se ao arrependimento da família como alicerce da sociedade.
Outro tema tratado no livro de Malaquias refere-se às ofertas e aos dízimos, nos versos de 7 a 12 do capítulo 3, passagem esta que é muito utilizada com o objetivo de se justificar com amparo bíblico a contribuição da décima parte das rendas dos fiéis de uma organização religiosa.
Embora o dízimo tenha sido reconhecido desde a época de Moisés, nos dias de Malaquias os sacerdotes do templo recolhiam as ofertas e não repassavam para os levitas, para que eles pudessem utilizá-las para cuidar dos próprios levitas, dos órfãos, das viúvas e viajantes. E isso fez com que o profeta (Malaquias) iniciasse uma advertência a todos sobre o roubo do dízimo: "Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda." (Malaquias 3:9)

Livro de Zacarias- Antigo Testamento

Livro de Zacarias é um dos livros proféticos do Antigo testamento da Bíblia. Possui 14 capítulos.

primeira parte do livro, composta dos capítulos 1 a 8[3], contém os oráculos do profeta Zacarias, cujo nome significa "YHVH se Lembra".
Apresentado como neto de Idô (1:1 e 1:7) ou como filho de Idô (Esd 5:1; 6:14 e Targum), deve ter sido chefe da família sacerdotal de Idô, por volta de 500 AC (Neemias 12:16)[4], umas das famílias sacerdotais da tribo de Levi. Ele é um dos mais messiânicos de todos os profetas do AT, dado referências distintas e comprovadas sobre a vinda do Messias.
Contemporâneo de Ageu, foi um dos chamados "profetas" pós – exílicos, que viveu em uma época em que a comunidade judaicaprocura reconstruir as suas bases de fé e vida social. Sofrendo ainda as amargas consequências do Exílio na Babilônia, o povo sente-se desencorajado e tem dúvidas sobre a presença de Deus em seu meio.
Zacarias, em oráculos e visões, mostra que Deus continua aí para realizar o seu projeto através da comunidade. O profeta reanima a esperança de um povo que passa por grandes dificuldades materiais e dúvidas de fé e que, por isso, é levado à resignação passiva. Zacarias estimula os compatriotas a arregaçarem as mangas para reconstruir o Templo (ver Esdras 6:14), símbolo da fé e unidade nacional[3].
Zacarias, assim como Ageu se preocupa com a reconstrução do Templo de Jerusalém, mas dá maior destaque à restauração nacional e às suas exigências de pureza e moralidade. Essa restauração deve abrir uma era messiânica na qual o sacerdócio representado porJosué será exaltado (3:1-17), mas na qual a realeza será exercida pelo "Germe" (3:8), termo messiânico que o versículo 12 do cap. 6 aplica à Zorobabel[5]
segunda parte do livro, formada dos capítulos 9 a 14, foi escrita nos últimos decênios do séc. IV AC[6], período em que os gregosdominavam a Palestina, depois da grande campanha de Alexandre Magno (333 AC). O autor olha para o futuro do povo de Deus. Anuncia também o aparecimento do Messias com três características: rei (9:9-10), bom pastor (11:4-17 e 13:7-9) e «transpassado» (12:9-14). Ao ler esta segunda parte, é impossível não lembrar Jesus entrando em Jerusalém montado num jumentinho (rei-messias), ou quando afirma: «Eu sou o bom pastor»; ou ainda sofrendo a paixão e morte na cruz[3].
Dentre os argumentos que evidenciam que a segunda parte foi escrita em um momento posterior, pode-se citar que:
  • falta de referência a datas;
  • não se fala nem de Zacarias, nem de Zorobabel, nem de Josué e nem da reconstrução do Templo;
  • o estilo é diferente;
  • utiliza-se com frequência livros anteriores como Jeremias e Ezequiel;
  • o horizonte histórico não é mais o do retorno do Exílio na Babilônia, pois Assíria e Egito são apresentados como nomes simbólicos de todos os opressores.
Também há evidências de que essa segunda parte não foi escrita por um único autor, haveria portanto um Segundo Zacarias (Dêutero-Zacarias), que escreveu os capítulos 9 a 11 e um Terceiro Zacarias (Trito-Zacarias) que escreveu os capítulo 12 a 14, dentre as quais se pode citar:
  • os capítulos 9 a 11 formam uma seção distinta daquela compreendida nos capítulos 12 a 14, sendo cada uma uma introduzida por um título distinto;
  • os capítulos 9 a 11 são escritos em verso, enquanto que os capítulos 12 a 14 são escritos quase que em sua totalidade em prosa;
  • os capítulos 9 a 11 se utilizam de textos poéticos pré-exílicos e referem-se a fatos históricos difíceis de precisar, com exceção dos oito primeiros versículo do cap. 9 que referem-se à conquista de Alexandre, enquanto que os capítulos 12 a 14 descre em termos de apocalipse as provações e as glórias de Jerusalém dos últimos tempos.
Por outro lado cita-se que a escatologia não está ausente dos capítulos 9 a 11 e que certos temas encontram-se em tanto na seção compreendida pelos capítulos 9 a 11 como na seção compreendida nos capítulos finais, como, por exemplo, o dos "pastores" do povo (10:2-3; 11:4-14; 13:7-9)[6].

[editar]Data

A introdução do Livro de Zacarias foi escrita entre outubro e novembro de 520 AC, dois meses após a primeira profecia de Ageu[7] [8],oito visões do profeta ocorreram em fevereiro de 519 AC[7] (Zacarias 2:4). Os caps 7-8 ocorrem dois anos mais tarde, em 518 AC, o cap. 7 é um retrospecto do passado nacional, e o cap. 8 abre as perspectivas da salvação messiânica, ambos a propósito de um problema sobre o jejum, suscitado em novembro de 518 AC [7]. A referência à Grécia em 9.13 pode indicar que os caps. 9-14 foram escritos depois de 480, quando a Grécia substituiu a Pérsia como o grande poder mundial. As profecias que abrangem o Livro de Zacarias foram reduzidas à escrita entre 520 e 475 aC.
Não há dúvidas sobre a autenticidade dos oito primeiros capítulos, mas existem evidências de que os versículos 20 a 23 do capítulo 8 são um acréscimo posterior, sendo os versículo 18 e 19 a conclusão primitiva do livro[7].

Livro de Ageu - Antigo Testamento


O Livro de Ageu é um dos livros proféticos do Antigo testamento da Bíblia[1][2].
Possui dois capítulos. Está entre os chamados Profetas Menores.
O Autor pode ser chamado "O Profeta do Templo", provavelmente tenha nascido durante os setenta anos de exílio na Babilônia. Deve ter regressado a Jerusalém com Zorobabel.
Pertence ao último período profético (profetismo posterior ao Exílio). Antes do Exílio a mensagem central era o anúncio do castigo, durante o Exílio havia uma mensagem consoladora, após o Exílio era o momento de promover a restauração[3].
Ageu, seu escritor, foi um profeta hebreu e contemporâneo de EsdrasNeemias e Zacarias. Sua mensagem foi de exortação e motivação a respeito da restauração de Jerusalém e seu Templo. Possui quatro principais mensagens de YHVH para os judeus que retornaram do exílio em Babilónia. São fortes repreensões devido ao descaso na reconstrução do Templo.
Escrito entre o final de agosto e meados de dezembro de 520 AC[3], cerca de 17 anos depois do retorno dos judeus do exílio, quando ainda não se completara a construção do Templo. O profeta Ageu, indicava que o povo estava se preocupando com as próprias vidas e esquecendo do principal - a casa de Deus . Este livro frisa a importância nas obras de Deus e que Ele deve estar sempre em primeiro lugar, na vida e nas obras das pessoas.
No ano 538 AC, quando os judeus voltaram do Exílio da Babilônia, a situação de Judá e de Jerusalém era deplorável: cada um procurando se defender sozinho, sem nenhum interesse em formar a unidade que lhes desse a característica de povo. Mesmo aqueles que voltaram do exílio estavam preocupados em construir a própria casa, plantar a sua roça, vender as suas mercadorias, mais do que restabelecer a dignidade nacional. Um leigo (Zorobabel) e um sacerdote (Josué) procuram reunir esse povo e reconstruir Jerusalém e oTemplo, a fim de reestruturar o povo de Deus.
No ano 520 AC o profeta Ageu entra em cena para encorajar os compatriotas. Suas exortações têm como eixo o seguinte tema: se oTemplo for reconstruído, tudo vai melhorar, pois Deus habitará de novo no meio deles e espalhará as suas bênçãos. Trata-se de um apelo veemente para tornar viva e fraterna a comunidade, que está ameaçada de total desintegração.
Entretanto, Ageu não se contenta em estimular o tempo presente, mas procura fazer com que todos vejam no futuro uma esperança maior para o povo de Deus, que retornará à sua grandeza anterior, tendo como chefe um descendente de David[4].
Templo ganhará dimensões magníficas no tempo de Herodes, mas será deturpado e se tornará fonte de exploração. Jesus vai criticar essa degradação a que chegou o lugar de encontro com Deus e o símbolo da unidade do povo, e anunciará a substituição desse Templo por outro: o seu próprio corpo (Jo 2:21). Desse modo, torna-se presente um futuro maior do que o sonhado por Ageu: o verdadeiro Templo que dá vida e une o povo é o próprio Filho de Deus, que se fez homem, e que não é apenas descendente de David, mas também seu Senhor[5].

Livro de Sofonias


Sofonias é um dos livros proféticos do Antigo testamento da Bíblia. Possui três capítulos.
O nome Sofonias significa "o Senhor o escondeu". Ele era bisneto de Ezequias, Sofonias 1.1. Caso este tenha sido o rei Ezequias, Sofonias foi um profeta de sangue real. o seu ministério ocorreu no tempo do rei Josias em 640 a.C. - 609 a.C. tendo profetizado, provavelmente antes da reforma desse rei em 621 a.C.


Livro de Habacuque - Antigo Testamento


"O Senhor, porém, está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra" (2:20)


Habacuque significa "abraço", e está incluso na subdivisão da Bíblia chamada de Profetas Menores, sendo um livro de apenas três capítulos.[3][4] Provavelmente tenha sido escrito no século V a.C..
Habacuque nos sugere que observava a sociedade judaica a partir do Templo, onde possivelmente servia como levita, isto é cantor, ornamentador, prontificador do templo ver Nm 3. 6-10, podemos notar o capítulo três de seu livro é uma canção, sendo que os últimos versos são considerados uma das maiores expressões de fé do Antigo Testamento.
O livro de Habacuque é diferente dos demais livros dos profetas em seu estilo literário, pois em momento algum há profecias contra esta ou aquela nação ou pessoa em particular, porém o que se pode ver é um diálogo entre o profeta e Deus. Entre seu texto há no capítulo dois a expressão: "O justo viverá da fé", que mais tarde inspiraria o apóstolo Paulo a escrever a mais teológica de suas cartas, a Carta aos Romanos, que posteriormente inspirou também Martinho Lutero na elaboração das 95 Teses "gatilho" da Reforma Protestante
O profeta Habacuc inicia o livro interrogando a Deus e pedindo socorro, pois está cansado de ver o seu país sofrer opressão violenta, onde a Lei enfraquece e o direito está distorcido (1:2-4). A resposta de Deus é a intervenção de um grande império, que deveria corrigir os desmandos (1:5-10). Isso, porém, não satisfaz o profeta, pois o invasor não vem para fazer justiça, mas para substituir uma opressão por outra pior (1:12-17).
Habacuc continua esperando uma resposta satisfatória de Deus. A resposta definitiva é dada, agora, com uma proposta diferente, mais difícil, que exige paciência, mas que não falha: "O justo viverá por sua fidelidade" (2:4). Com isso, os que sofrem as consequências da violência são chamados a ser agentes na história, opondo-se firmemente aos que não são corretos. Tal acontecerá somente se esse grupo for fiel ao projeto de Deus; se estiver permanentemente vigilante na realização da justiça.
No momento em que os injustiçados se descobrem não só como vítimas, mas principalmente como agentes de uma transformação na história, surgem a possibilidade e a coragem de desmascarar os opressores. Esse desmascaramento se realiza através da desmistificação de sua potência, até chegar ao cerne de sua fraqueza: são adoradores de ídolos mudos e inertes, que não podem vir socorrê-los no momento crucial.
A segunda profecia (2:5-20) contém cinco imprecações contra a opressão iníqua.
Descobrindo a fraqueza do opressor, é possível celebrar a sua queda e o surgimento de uma nova era, de um mundo novo. É a celebração do justo, em tom de lamentação, cheia de estremecimentos e temores, porém com uma certeza: a justiça um dia se tornará realidade, porque o Deus dos justos é o Deus vivo que age na história (3:1-19).
No quadro da doutrina Habacuc inova ao questionar por que Deus escolhe os bárbaros caldeus para exercer sua vingança.

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